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Bebê com 'meio coração' recebe alta da UTI após cirurgia e aguarda novo procedimento na enfermaria

Segundo a mãe, essa foi a primeira cirurgia de três que Elisa terá de passar no primeiro ano de vida. Bebê nasceu depois de uma disputa judicial para que o plano de saúde pagasse o parto em hospital especializado.


Elisa Castro, de 1 mês, recebeu alta da UTI após passar por cirurgia no coração — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Pouco mais de um mês após passar pela primeira cirurgia cardíaca, a bebê que nasceu com a síndrome do “meio coração” recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em um hospital em São Paulo. A mãe da menina, a gerente administrativa Gabriella Castro Silva, de 30 anos, conta que Elisa Castro está bem e vai ficar na enfermaria até a segunda cirurgia.

"Elisa recebeu alta da UTI no dia 17, graças a Deus. Vamos ficar aqui por uns 3 ou 4 meses até ela fazer a próxima cirurgia e depois a gente vai embora para casa", comemorou Gabriella Castro. Segundo a mãe, moradora de Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia, essa foi a primeira cirurgia de três que Elisa terá de passar no primeiro ano de vida. Elisa nasceu em 8 de fevereiro e foi operada aos 3 dias de vida. Ela nasceu após uma disputa judicial que obrigou o plano de saúde a realizar o parto em um hospital de referência para o tratamento da condição da bebê, em São Paulo. Elisa Castro, de 1 mês, recebeu alta da UTI após passar por cirurgia no coração — Foto: Reprodução/TV Anhanguera Desafios Gabriella descobriu, ainda gestante, que a filha nasceria com a Síndrome de Hipoplasia do Coração Esquerdo (SHCE). Ela procurou médicos em Goiás que a aconselharam a fazer o parto e tratamento em São Paulo, já que não há, segundo eles, casos bem-sucedidos no estado.

A gestante entrou na Justiça e conseguiu uma decisão favorável em 18 de janeiro, assinada pelo Thulio Marco Miranda, da 2ª Vara Cível, Família, Sucessões, Fazendas Públicas, Registros Públicos e Ambiental, da comarca de Senador Canedo para que o plano de saúde pagasse o parto em São Paulo. O parto foi adiado por três vezes. Foram quatro decisões da Justiça de Goiás até Gabriella conseguir que o Instituto de Assistência Médica à Saúde do Servidor Público de Senador Canedo (Iamesc) arcasse com todos os custos do parto e tratamento da Elisa.


Por: Portal Forte News **Com informações do G1 GO



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