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Engenheira aposentada é assaltada, torturada e morta em Goiás

Segundo a investigação, um homem foi preso e quatro adolescentes foram apreendidos suspeitos do crime. Família cobra justiça: 'Quero que pague pelo que fizeram'.


Maria Terezinha Cintra, de 70 anos, em Goiânia — Foto: Arquivo Pessoal/Ernesto Cintra

A engenheira Maria Terezinha Cintra, de 70 anos, foi encontrada morta, encapuzada, amarrada e teve pertences roubados da casa onde morava, em Bonfinópolis, na Região Metropolitana de Goiânia. Segundo a Polícia Militar, um homem foi preso e quatro adolescentes foram apreendidos suspeitos do crime. A família pede justiça.

Por não terem as identidades divulgadas, o G1 não conseguiu localizar a defesa dos suspeitos.

O caso aconteceu na tarde da sexta-feira (18). Segundo a família de Maria, ela morava sozinha e fazia almoço quando foi surpreendida pelos criminosos. Filho de Maria, Ernesto Nascente Cintra Petrillo, de 42 anos, conta que, um mês antes do assassinato, a idosa foi alvo de um roubo. Para ele, o novo crime foi cometido por vingança. Em 18 de maio ela foi assaltada da mesma forma, no dia, um dos indivíduos foi preso. Ela voltou para casa, mas queria se mudar. Dessa vez, eles assumiram e disseram que voltaram porque ela reconheceu dois deles na primeira vez. Foi vingança. Ela não fazia mal a ninguém”, lamentou.


Desta vez, uma TV, o carro e o celular da idosa foram levados. De acordo com a Polícia Militar, após o rastreio do telefone, policiais civis e militares localizaram os suspeitos e o veículo em Senador Canedo.

De acordo com o tenente da Polícia Militar José Leite, durante a apreensão, os adolescentes contaram que já conheciam Maria do assalto anterior. “Um deles disse que cometeu o latrocínio porque a vítima reconheceu dois deles”, contou.

Família pede justiça

A família pede que os suspeitos não fiquem impunes.

"O que eu quero é justiça pelo que fizeram com minha mãe. São menores, a lei é muito branda. Quero que pague pelo que fizeram. São monstros. Estão agredindo famílias. Foi uma barbaridade com minha mãe. Tantas pessoas já sofreram com isso não quero que outras sofram”, finalizou.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito segue preso e os quatro menores aguardam decisão do Poder Judiciário se serão encaminhados para algum centro de internação. O crime está em investigação.


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