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Jaqueline Roriz e outros réus livram-se de condenação por prescrição

A Câmara Criminal do TJDFT reconheceu a prescrição. Réus da Operação Aquarela não terão que cumprir pena fixada pela Justiça


A ex-deputada federal Jaqueline Roriz e outros três réus acusados no âmbito da Operação Aquarela livraram-se das condenações por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, nesta segunda-feira (29/3).

Segundo entendimento unânime da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), houve prescrição da pena.

Na denúncia, o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) apontou que o ex-governador Joaquim Roriz, pai de Jaqueline, teria interferido na liberação de empréstimo no BRB, de quase R$ 7 milhões (valor à época), para a construção do Edifício Monet, em Águas Claras. Ainda de acordo com a acusação, o clã Roriz distribuiu 12 apartamentos entre os familiares. O ex-governador Roriz morreu em 2018. Ele tinha 82 anos.



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