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Mais da metade dos governadores pode ser decidido já 1º turno, incluindo Goiás

Segundo pesquisas, Ronaldo Caiado lidera no estado com mais 60% do percentual de votos válidos e seria reeleito


Foto: Reprodução/ Secom/ Governo de Goiás

Cerca de 14 estados brasileiros e o Distrito Federal podem decidir o futuro do governo ainda no primeiro turno das eleições, segundo as pesquisas eleitorais do Ipec e do instituto Real Time Big Data. Restando apenas 12 unidades federativas que teriam a possibilidade de uma nova votação com os dois candidatos mais votados. Em Goiás, o levantamento apontou a reeleição do governador Ronaldo Caiado (UB) com mais 60% da porcentagem de votos válidos.


Centro-Oeste

Além de Goiás, no Centro-Oeste, apenas o Mato Grosso do Sul teria segundo turno caso as eleições fossem realizadas hoje. Ibaneis Rocha (MDB) e Mauro Mendes (UB) também venceriam com mais 50% dos votos válidos no Distrito Federal e Mato Grosso respectivamente.

A disputa no Mato Grosso do Sul tem os dois líderes nas pesquisas empatados tecnicamente – André Puccinelli (MDB) e Marquinhos Trad (PSD), ficam em torno de 20% cada, considerando a margem de erro, com leve vantagem para o emedebista. A disputa está tão apertada, que Trad também está tecnicamente empatado com outros dois adversários: Eduardo Riedel (PSDB) e Rose Modesto (União Brasil).


Norte

Já no Norte, a expectativa é de Wanderlei Barbosa (Republicanos) ser reeleito ao governo do Tocantins ainda no dia 2 de outubro. O mesmo cenário de definição em um turno se repete no Acre – Gladson Camel (PP) lidera com 54% das intenções de voto –, Amapá – Clécio (Solidariedade), 50% –, Roraima – Antonio Denarium (PP), 50% – e Pará – Helder Barbalho (MDB), 72%.

Enquanto isso a disputa no Amazonas e em Rondônia ficam mais apertadas. No Amazonas a vantagem é do atual governador, Wilson Lima (União Brasil), que lidera com 34% das intenções, a frente de Amazonino Mendes (Cidadania), com 26%, e Eduardo Braga (MDB), com 17%.


Sudeste

No Sudeste, a situação fica mais equilibrada. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, por exemplo, a expectativa é de uma nova votação no segundo turno. Os paulistas apontam maioria para Fernando Haddad (PT), com 34%, a frente de Tarcísio Freitas (Republicanos), com 22%, e Rodrigo Garcia (PSDB), com 18%. Já no Rio, o atual governador Cláudio Castro (PL) aparece com 37% das intenções de voto, a frente de Marcelo Freixo (PSB), com 27%.

Já em Minas Gerais e Espírito Santo, a decisão deverá ser em apenas um turno. Os mineiros devem eleger o candidato do Novo, Romeu Zema, que lidera a disputa com 46% das intenções de voto, enquanto os capixabas dão liderança isolada a Renato Casagrande (PSB), que tem 53%.


Sul

A parte do Sul do país também está dividida e apenas Ratinho Junior (PSD) está em condições de vencer ainda no primeiro turno. Eduardo Leite (PSDB) lidera no Rio Grande do Sul com 38%, mas ainda não escapou do returno. Já em Santa Catarina, Jorginho Mello (PL) e Moisés (Republicanos) estão empatados com 20% cada.


Nordeste

Por fim, a situação do Nordeste é mais disputada com possibilidades de segundo turno em vários estados. Em Alagoas, Paulo Dantas (MDB) abriu dez pontos de Rodrigo Cunha (UB) e está com 30% do eleitorado. Já no Ceará a situação é um empate técnico entre Elmano Freitas e Capitão Wagner, candidatos do PT e União Brasil respectivamente, com 30%.

No Sergipe, Valmir de Francisquinho (PL) não está longe de vencer no primeiro turno, mas 38% dos votos não evitam uma nova eleição. E em Pernambuco, Marília Arraes (Solidariedade) lidera com 33% dos eleitores, mas a disputa por uma vaga no segundo turno segue firme com um empate quádruplo. Danilo Cabral (PSB), Raquel Lyra (PSDB), Miguel Coelho (UB) e Anderson Ferreira (PL) estão cada um com 11%.


Entre as projeções com vitória antecipada, Silvio Mendes (UB) pode levar a o governo do Piauí com 43%. Cenário que também pode acontecer na Bahia, onde o candidato do União Brasil, ACM Neto, pode levar no primeiro turno com 47%.

No mesmo caminho, Carlos Brandão (PSB) pode vencer no Maranhão e Fátima Bezerra no Rio Grande do Norte, com 41% e 49% respectivamente.

Fonte: jornalopcao.


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