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Mulher que se envolveu com sem-teto durante surto processa Sikêra Jr.

Sandra Mara Fernandes entrou com processo contra o apresentador da Rede TV! nessa sexta-feira (20/5), por injúria e difamação


A defesa de Sandra Mara Fernandes, a mulher que se relacionou sexualmente com o ex-morador de rua Givaldo Alves ao ter um surto psicótico, entrou com processo contra o apresentador do programa Alerta Nacional, José Siqueira Barros Júnior, mais conhecido como Sikêra Jr., por injúria e difamação.

Ao Metrópoles um dos advogados de Sandra Mara, Alexandre Carvalho, informou ter ingressado nessa sexta-feira (20/5) com uma queixa-crime contra o apresentador da RedeTV! e contra Givaldo, também por difamação contra a esposa do personal trainer Eduardo Alves.

“Teve um programa em que ele fez uma analogia com um pau de sebo. Foi uma chacota que ele fez com ela”, comenta o advogado criminalista.

O defensor se refere a um programa em que o jornalista comenta, com risadas, que a mulher “tinha uma fantasia”, referindo-se ao momento em que Sandra Mara manteve relações sexuais com Givaldo, durante um surto psicótico.

“Esta moça tinha uma fantasia, coisa que acontece muito lá no meu Nordeste, em festa de São João. Ela queria subir no pau de sebo”, disse o apresentador do Alerta Nacional em um momento do jornal.

O processo corre na Justiça do DF. O Metrópoles não conseguiu localizar a defesa de Sikêra Jr. até a publicação desta reportagem. O espaço permanece aberto para manifestações futuras do apresentador de TV.


Indiciamento

Também nessa sexta-feira, o personal trainer Eduardo Alves foi indiciado por lesão corporal por agredir o ex-morador de rua Givaldo. A investigação foi concluída pela 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina). Agora, o caso será encaminhado ao Ministério Público, que avaliará se é cabível oferecer denúncia. O morador de rua foi indiciado por difamação contra a esposa do personal.


Na madrugada do dia 10/3, o profissional de educação física procurava a esposa pelas ruas de Planaltina. Segundo o homem, a mulher havia saído horas antes para ajudar pessoas em situação de rua, em uma ação da igreja evangélica que frequentava.

Sem ter notícias dela, ele iniciou uma busca e a encontrou tendo relações sexuais com Givaldo dentro do veículo. O personal atacou o sem-teto e, posteriormente, os envolvidos foram encaminhados à 16ª Delegacia de Polícia do DF.

Por meio de nota oficial, Eduardo Alves afirmou que o agrediu pois achava que a esposa estava sendo estuprada. A mulher teria contado a um amigo e à polícia que a relação foi consensual, mas Eduardo disse que ela estaria tendo um “surto psicótico” e, por isso, não teria capacidade de consentir uma relação sexual.

O Metrópoles tentou contato com a defesa de Eduardo, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto para manifestação.

Por meio de nota, os advogados Mathaus Agacci e Anderson Almeida, que representam Givaldo Alves, disseram que “não houve estupro de vulnerável”. “Na realidade, as investigações foram concluídas apontando Givaldo tão somente como vítima de brutais e covardes agressões perpetradas por Eduardo Alves de Sousa, que restou indiciado pelo crime de lesões corporais”, diz o texto.


“A mulher tem enfermidade psiquiátrica. A questão é que não tinha como o Givaldo perceber, pelas peculiaridades do caso concreto que foram apuradas”, acrescentou Mathaus Agacci.


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