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Paciente de 75 anos é assassinada no Hospital de Urgências de Goiânia


Neusa Cândida, de 75 anos, foi assassinada dentro do Hospital de Urgências de Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Suspeito foi preso e teria contado a testemunha que teve a intenção de ajudar a vítima limpando a boca e região de traqueostomia dela, segundo registro policial. Polícia Civil investiga o caso.

A paciente Neusa Cândida, de 75 anos, foi morta dentro do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). Segundo informações da Polícia Civil, um suspeito do crime, que tem 47 anos, foi preso em flagrante no local e o caso deve ser investigado pela corporação.

A unidade de saúde informou, por meio de nota, que "lamenta profundamente o ocorrido e está revisando integralmente os protocolos de segurança para evitar futuros episódios, ao tempo que presta total assistência à família" - leia íntegra ao fim da reportagem.

De acordo com informações da Polícia Civil, o crime aconteceu por volta de 17h30 de quinta-feira (7). Segundo a família, a paciente estava há três meses internada, tratando de um coágulo que se formou após ela sofrer uma queda.


Uma das filhas da vítima contou que o hospital ligou para ela na tarde de quinta-feira para perguntar se uma pessoa chamada Ronaldo poderia entrar como acompanhante da paciente. A filha disse que não conhecia ninguém com esse nome e não autorizou a entrada do homem.


O registro do caso descreve que a paciente estava respirando por meio de tubo na traquéia. Segundo relato da Polícia Militar, relato de uma testemunha indica que o autor entrou na enfermaria e teria ido limpar a boca e a região da traqueostomia da vítima, mas fechou a entrada de ar e a matou asfixiada.


Também segundo o relato policial, o autor disse à testemunha que a intenção era ajudar a paciente.

O delegado Rhaniel Almeida Pires deve assumir a investigação para apurar o que aconteceu e o que motivou o crime.

Nota do Hugo

No tocante aos acontecimentos veiculados em mídia relacionados ao último dia 07/04/2022, a Direção do HUGO informa que os fatos encontram-se em investigação pela Polícia Civil e Diretoria do Hospital.

A direção lamenta profundamente o ocorrido e está revisando integralmente os protocolos de segurança para evitar futuros episódios, ao tempo que presta total assistência à família.

Por fim, a Direção do HUGO reforça o seu comprometimento com o atendimento assistencial de excelência e com a máxima humanização.

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Fonte: metropoles

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