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Vizinhos falam sobre morte de bombeiro no DF: “Só escutei o tiro”

O segundo sargento do Corpo de Bombeiros Militar do DF Valter Leite Cruz levou um tiro no pescoço e não resistiu


Vizinho e amigo de Valter Leite Cruz, o segundo sargento do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) que morreu baleado dentro de casa, conta que o militar era uma pessoa muito querida pelos amigos. O crime aconteceu na tarde desta quinta-feira (10/11), na QNO 6 de Ceilândia.

Informações preliminares da Polícia Militar do DF (PMDF) apontam que um homem estava fugindo da PM na região e invadiu a casa do bombeiro. A Polícia Civil do DF (PCDF) vai apurar as circunstâncias do disparo fatal. A vítima foi atendida em estado grave e transportada ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC), mas não resistiu e veio a óbito.


Morando em frente à casa de Valter, o aposentado Sebastião de Paula, 60 anos, conta que o bombeiro já chegou a trabalhar como professor no CEF 26. “Ele era uma pessoa excelente. Minha esposa é professora aposentada e já trabalhou com ele na escola”, conta.

Os amigos se conheciam há cerca de cinco anos. Para Sebastião, ainda é difícil acreditar na notícia. “Quando eu cheguei em casa e vi o movimento aqui na frente, liguei para ele para saber o que tinha acontecido. Só depois soube que ele era a vítima”, lamenta o vizinho. Moradora da rua, Tereza de Souza, 68, diz que o portão da casa da vítima estava entreaberto no momento em que o suspeito entrou. “Escutei o tiro e entrei correndo na hora. Depois, já chegou a polícia e levou o cara”, narra.

Perseguição

O Metrópoles apurou que o homicídio ocorreu após uma perseguição policial, que começou devido à agressão de um homem à esposa. O suspeito teria sido preso pela manhã, por crime configurado na Lei Maria da Penha, e à tarde teria retornado ao local na intenção de matar a mulher.

Com a chegada da PM, o agressor teria pulado um muro e iniciado a fuga, pelos telhados das casas do conjunto G da QNO 06. Após alguns minutos, o suspeito teria caído na casa do bombeiro, que acabou baleado. Valter deixa esposa e quatro filhos.

Em nota, a PMDF disse que “lamenta e se consterna diante da fatalidade acontecida. Informa ainda que já adotou todas as providências para apuração dos fatos e elucidação dos acontecimentos”.

Fonte: metropoles


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