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Após suspeita de estupro, UnB reforça proibição de festas dentro dos campi

Documento foi expedido na noite dessa quarta (24/8). Prefeitura da UnB reforçou ainda que irá atuar na não realização de quaisquer eventos


A Universidade de Brasília (UnB) expediu, na noite dessa quarta-feira (24/8), uma circular conjunta reforçando os procedimentos de segurança diante da realização de festas, confraternizações e eventos não acadêmicos nos espaços dos campus da instituição.

De acordo com as regras vigentes, todos estão proibidos. A Prefeitura da UnB reforçou ainda que atuará a fim de coibir quaisquer eventos que não tenham sido autorizados, e que não sigam as regras vigentes (veja documento abaixo). Nas redes sociais, frequentadores dos eventos clandestinos denunciam diversos crimes como sequestros, arrastões, roubos, furtos, entre outros. Veja:


Em julho deste ano, a UnB já havia encaminhado às unidades acadêmicas ou administrativas outro comunicado reforçando as orientações que deveriam ser seguidas diante da ocorrência continuada de festas não autorizadas:

  • O histórico de descumprimento recorrente das diretrizes de convivência estabelecidas nos normativos supracitados;

  • O homicídio ocorrido no Campus Universitário Darcy Ribeiro em novembro de 2018, após evento de confraternização de estudantes;

  • A recorrência de chamadas da segurança e da ação policial diante de brigas, tentativas de assassinato, furtos, “arrastões”, violências diversas incluindo assédios sexuais e estupros, dentre outras; – a recorrência de participação de pessoas não pertencentes à comunidade UnB com a realização de festas não autorizadas;

  • A necessidade de se prevenir riscos à saúde, à vida e à integridade física e mental de membros da nossa comunidade;

  • A proliferação de chamadas públicas, via meios virtuais de grande alcance, chegando-se a mobilizar a participação de mais de mil pessoas sem qualquer identificação ou controle;

  • A necessidade de conscientização dos Servidores e dos Centros Acadêmicos, Coletivos e Atléticas sobre a responsabilização coletiva da segurança e proteção contra violências;

  • A necessidade inconteste de ser manter as condições necessárias para a administração de aulas, realização de pesquisas e atividades acadêmicas regulares, em todos os seus turnos, missão precípua da universidade.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga um estupro que teria ocorrido em 8 de julho deste ano, no campus Darcy Ribeiro, na Asa Norte. A jovem, de 18 anos, teria sido abordada após sair, por volta das 20h, do Restaurante Universitário. O caso foi denunciado por alunos da instituição. No dia seguinte, o suspeito se apresentou à Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam).

O suspeito teria rendido a vítima com uma espécie de canivete. O ataque ocorreu por trás, em um trecho escuro e pouco movimentado entre o RU e o Instituto Central de Ciências (ICC). A jovem teria tentado gritar, mas o criminoso, segundo contou a vítima, tampou a boca dela e encostou a arma na barriga. Em seguida, levou a aluna para um local ermo e a abusou sexualmente.

Segundo a UnB, a instituição de ensino foi procurada pelo próprio acusado, que deu outra versão sobre o que teria acontecido no campus universitário.

Fonte: g1 Goiás.



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